O “Efeito Carrick” silencia Londres: Manchester United derruba o líder Arsenal em um clássico instantâneo
Londres, 26 de janeiro de 2026. Existem vitórias que valem três pontos e vitórias que definem o destino de
Londres, 26 de janeiro de 2026. Existem vitórias que valem três pontos e vitórias que definem o destino de uma temporada. O que vimos ontem no Emirates Stadium pertence à segunda categoria. Em um jogo que teve de tudo — de gol contra a pinturas no ângulo no apagar das luzes — o Manchester United de Michael Carrick provou que não é mais um gigante adormecido, mas um candidato real ao título após vencer o Arsenal por 2 a 3.
Crônica de uma batalha: Os cinco gols que paralisaram a Premier League
A partida foi uma montanha-russa tática e emocional. O Arsenal, líder da competição, começou pressionando, mas o United mostrou uma resiliência que não se via em Old Trafford há anos.
- 29′ – Gol contra de Lisandro Martínez (1-0): A má sorte atingiu “O Carniceiro”. Um cruzamento venenoso de Saka desviou no argentino, deixando o goleiro Lammens sem reação. O Emirates rugiu, mas o United não baixou a guarda.
- 37′ – Bryan Mbeumo (1-1): A contratação estrela da temporada mostrou a que veio. Após uma recuperação de Kobbie Mainoo, Mbeumo finalizou com frieza absoluta diante de David Raya. O empate devolveu a confiança aos Red Devils.
- 50′ – Patrick Dorgu (1-2): Logo após o intervalo, o United voltou em modo rolo compressor. Dorgu, que faz uma temporada de sonho na ala esquerda, aproveitou um erro de posicionamento de Ben White para virar o jogo.
- 84′ – Mikel Merino (2-2): Quando parecia que a vitória estava garantida, Merino apareceu após escanteio cobrado por Saka para cabecear firme. O empate parecia definitivo e o Arsenal se lançou ao ataque buscando a virada épica.
- 87′ – Matheus Cunha (2-3): A joia da coroa. Apenas três minutos após o empate local, Matheus Cunha acertou um chutaço de fora da área que dormiu na gaveta. Um “stunner” que calou os Gunners e desatou a loucura no banco de Carrick.
Análise Tática: Como Carrick deu um nó em Arteta?
O Manchester United não venceu por sorte. A estratégia foi clara: bloco médio sólido e transições supersônicas. A escolha de Casemiro para blindar a defesa permitiu que Bruno Fernandes tivesse liberdade total para acionar Mbeumo e Cunha. O United foi mais vertical do que nunca, registrando um aproveitamento de 78% em passes longos que destruíram a pressão alta dos donos da casa.
“Este time acredita no que faz. Vencer aqui depois de bater o City no clássico mostra que estamos no caminho certo”, comentou um emocionado Michael Carrick após o apito final.
Próximo objetivo: Fulham em Old Trafford (1 de fevereiro de 2026)
Com a moral nas nuvens, o United recebe o Fulham no próximo domingo. Os “Cottagers” são uma equipe encardida que briga na parte de cima da tabela, mas o Teatro dos Sonhos exige continuidade.
Previsão de Estratégia: “Carrick-Ball” em casa
Para o duelo contra o Fulham, esperamos que o United mantenha o esquema 4-2-3-1, mas com alguns ajustes:
- Rodagem do elenco: Após o desgaste físico em Londres, é provável que Leny Yoro retorne à titularidade para dar descanso a Maguire.
- Ataque pelas alas: O Fulham costuma sofrer com laterais ofensivos. Espera-se que Diogo Dalot e Patrick Dorgu atuem praticamente como pontas para municiar Benjamin Šeško, que pode começar no lugar de Cunha para dar mais presença de área.
- Controle de ritmo: Diferente do jogo de contra-ataque contra o Arsenal, contra o Fulham o United deve buscar a posse de bola sustentada, confiando na visão de jogo de Mainoo e Fernandes para furar o bloqueio londrino.
Prognóstico: O United está com o vento a favor. Se mantiverem a intensidade defensiva de ontem, os três pontos devem ficar em Manchester sem grandes sustos.
Aposta Real
Se você quer lucrar com o excelente momento do United, aqui está nossa recomendação:
Evento: Manchester United vs Fulham (01/02/2026) Escolha: Vitória do Manchester United e Mais de 2.5 gols na partida. Odds estimadas: 2.10 Justificativa: O United marcou 5 gols nos últimos dois jogos contra rivais do “Big Six”. Em Old Trafford, a fome de gols de Mbeumo e a fase iluminada de Cunha devem ser suficientes para superar a defesa do Fulham.



